Policial penal denuncia agressão do namorado em Vila Velha
Uma policial penal de 49 anos denunciou ter sido agredida pelo namorado, também policial penal, na noite de sexta-feira (22), no bairro Praia das Gaivotas, em Vila Velha.
Segundo relato da vítima, o suspeito, de 45 anos, foi até a residência dela, onde os dois tiveram uma discussão. Durante o desentendimento, ele teria dado um soco no olho esquerdo da namorada.
De acordo com testemunhas, a policial penal mora com outras duas colegas de profissão, que teriam presenciado as consequências da agressão e relataram histórico de comportamento abusivo no relacionamento.
As amigas afirmaram que o relacionamento era marcado por episódios de ciúmes e intimidação.
O caso foi registrado na Delegacia Regional de Vila Velha. No entanto, o suspeito não foi preso, porque já havia deixado o local antes da chegada dos policiais.
Segundo testemunhas, após a agressão, o homem saiu da residência e não foi localizado naquele momento.
Relacionamento começou no ambiente de trabalho
As colegas da vítima contaram que os dois se conheceram no sistema prisional, onde trabalhavam.
Segundo as amigas, o relacionamento tinha cerca de sete meses e os desentendimentos teriam começado poucos meses após o início do namoro.
Com três meses já começaram as brigas e confusões. De dois meses pra cá, as coisas pioraram cada vez mais.
Afirmou uma das amigas da vítima
Vítima pediu medida protetiva
A policial penal solicitou uma medida protetiva contra o agora ex-namorado. As colegas afirmaram que estão oferecendo apoio à vítima após o episódio de agressão.
Elas também destacaram que casos de violência doméstica podem atingir mulheres de diferentes profissões e contextos sociais, incluindo profissionais da segurança pública.
Polícia Penal e Corregedoria acompanham o caso
Em nota, a Polícia Penal do Espírito Santo informou que já tomou conhecimento do caso, que será investigado pela Polícia Civil.
O órgão informou ainda que a Corregedoria da Polícia Penal também vai apurar administrativamente os fatos.
Segundo a instituição, a corporação “não compactua com qualquer tipo de violência, especialmente quando envolve integrantes de seus quadros”.
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