Bandeirão, camisas e coroas de flores: as homenagens à Geovani
A despedida do ex-jogador capixaba Geovani Silva foi marcada por uma série de homenagens ao legado deixado pelo ídolo. Conhecido como “Pequeno Príncipe” de São Januário, o ex-meia morreu na madrugada de segunda-feira (18), aos 62 anos.
Dentre as homenagens recebidas, um bandeirão do Vasco da Gama, clube em que Geovani jogou, foi estendido sobre o caixão. Além da bandeira, camisas da Desportiva Ferroviária, do Vasco e da Seleção Brasileira também foram colocadas sobre o caixão.
O “Pequeno Príncipe” também recebeu várias coroas de flores, entre elas do governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, do prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo, da Federação das Associações de Atletas Profissionais, da Caixa de Assistência dos Advogados do Espírito Santo, do Vasco da Gama, e de vários torcedores.
O velório do ídolo aconteceu na Igreja Cristã Maranata – ICM Moby Dick, na Praia da Costa, em Vila Velha, das 10h às 11h, e na Capela do Cemitério Parque da Paz, na Ponta da Fruta, também em Vila Velha, às 12h. O sepultamento foi realizado no Cemitério Parque da Paz, às 16h.
Quem foi Geovani Silva?
Geovani Silva, conhecido como o “Pequeno Príncipe” de São Januário, foi ídolo do Vasco da Gama e da Desportiva Ferroviária. Em sua carreira conquistou títulos e foi convocado pela Seleção Brasileira.
Natural do Espírito Santo, Geovani iniciou a trajetória no futebol profissional ainda adolescente. Revelado pela Desportiva Ferroviária, estreou entre os profissionais aos 16 anos e participou da conquista do Campeonato Capixaba de 1980. Depois, o meia foi contratado, em 1982, pelo Vasco da Gama, quando ainda tinha 18 anos.
Em 1983, o capixaba viveu um dos momentos mais marcantes da carreira ao liderar a Seleção Brasileira Sub-20 na conquista do Mundial da categoria, realizado no México. Geovani encerrou a competição como artilheiro e também foi eleito o melhor jogador.
Geovani também teve papel importante na campanha da medalha de prata do Brasil nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988. A conquista representou a primeira medalha olímpica de um atleta capixaba na história. Em 1989, fez parte do elenco campeão da Copa América.
Além da passagem pelo Vasco, o capixaba também atuou no exterior. Defendeu o Bologna, da Itália, o Karlsruher SC, da Alemanha, e o Tigres UANL, do México.
Geovani retornou ao Espírito Santo no final de sua carreira, atuando em clubes capixabas como o Serra Futebol Clube e a Desportiva.
*Texto sob a supervisão da editora Erika Santos
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