Suspeito de morte em Guarapari matou namorada em 2020 no ES
Alex de Almeida Barros, de 48 anos, suspeito de matar Rosi Mari Marcelly Ayala, de 52 anos, em Guarapari, já havia sido condenado anteriormente pelo assassinato da namorada em 2020, no Espírito Santo.
Euzineia Loyola, de 50 anos, foi encontrada morta dentro da piscina de um sítio em Anchieta, no Sul do Estado, no dia 19 de agosto de 2020, após ficar dois dias desaparecida. O corpo estava em estado avançado de decomposição.
Na época, familiares relataram que Euzineia mantinha um relacionamento conturbado com o então namorado, apontado como suspeito do crime.
Segundo o Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), Alex estava preso desde agosto de 2020 e foi condenado a 12 anos de prisão por homicídio simples.
No entanto, ele recebeu o benefício do livramento condicional em setembro de 2025, após cumprir mais de um terço da pena e atender aos requisitos previstos em lei.
Apontado como suspeito de morte em Guarapari

Alex é apontado como principal suspeito pela morte de Rosi Mari Marcelly Ayala. O corpo da vítima foi encontrado em avançado estado de decomposição dentro de um apartamento no bairro São Judas Tadeu, em Guarapari, na tarde desta quarta-feira (27).
Rosi Mari estava desaparecida havia cerca de 20 dias. Natural de Goiás, ela teria conhecido o suspeito pela internet, segundo as investigações.
Alex de Almeida Barros foi preso em Rio Casca, em Minas Gerais. De acordo com a Polícia Militar mineira, ele sofreu queimaduras após tentar atear fogo no próprio corpo durante a fuga. Ele foi socorrido em estado grave para uma unidade hospitalar.
O que diz a Polícia Civil
Por meio de uma nota, a Polícia Científica informou que a perícia foi acionada na tarde desta quarta-feira (27), por volta das 16h, para uma ocorrência de encontro de cadáver, no bairro São Judas Tadeu, em Guarapari.
Diante disso, os familiares perceberam movimentações suspeitas no celular da vítima, incluindo pedidos de dinheiro por mensagens de texto, com linguagem incompatível com a forma habitual de comunicação.
Durante as diligências, os policiais identificaram que o companheiro da vítima estaria utilizando pertences pessoais dela, incluindo o veículo e o telefone celular.
Polícia Civil
A corporação informa que a causa da morte da vítima ainda depende da conclusão dos laudos periciais e que, neste momento, não é possível afirmar a motivação do crime.
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