Primeira edição do Troféu Brasil de Ginástica Rítmica tem ginasta do ES no pódio
A ginasta Ana Luísa Neiva tomou uma decisão difícil em 2023: aceitar um convite da treinador Monika Queiroz para sair de Brasília (DF), sua cidade-natal, e morar sozinha no Espírito Santo para treinar ginástica rítmica na Escola de Campeãs.
Uma mudança que deu resultado.
Em 2026, Ana Luísa foi campeã sul-americana por equipes com a seleção brasileira em julho, no Paraguai. E no fim de setembro, ela conquistou a medalha de ouro no arco na primeira edição do Troféu Brasil, competição disputada no Complexo Rosendo de Lima, em Florianópolis (SC).
A brasiliense de 22 anos somou 25.800 na final do aparelho. O ouro foi para Samara Sibin, da Agito-PR, e o bronze ficou com Fernanda Alvaz, da ADGRSCS-SP.

Troféu Brasil é novidade no calendário da ginástica
A disputa em Florianópolis marcou a primeira edição do Troféu Brasil e reuniu 20 ginastas classificadas a partir dos resultados obtidos no Campeonato Brasileiro.
As únicas ausências foram as da capixaba Geovanna Santos, a paranaense Babi Domingos e a catarinense Maria Eduarda Alexandre, que disputaram até o dia 20 de setembro os Jogos Sul-Americanos de Santa Fé, na Argentina.
Junto com Samara Sibin e Sarah Mourão, Ana Luísa Neiva era uma das principais ginastas no novo evento do calendário nacional.
“O Troféu Brasil reuniu as 20 melhores ginastas adultas do País pelo ranking nacional e foi uma competição de nível bem alto. E como foi a primeira edição, fiquei muito feliz de já conseguir conquistar uma medalha! Na classificatória, eu não consegui apresentar tudo que eu vinha fazendo nos treinos, mas consegui me superar fazer uma final muito melhor. Então, acho que isso deixou essa medalha ainda mais especial pra mim”, contou a ginasta da Escola de Campeãs.
Já adaptada e “fã” de Vitória, Ana Luísa comemora a decisão tomada há três anos.
“Eu vim pra Vitória em 2023 porque vi uma oportunidade, já que o Espírito Santo é um estado bem forte na ginástica, com várias atletas olímpicas. Eu já tinha bastante resultado, mas acho que funcionou sim a decisão. Agora a gente começa a preparação e o planejamento para o próxoimo ano. Acredito que a gente sempre tem espaço para evoluir. Eu sinto que ainda tenho muito a desenvolver e me descobrir como atleta”, definiu a medalhista.
Descubra mais sobre Pauta Capixaba
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

