Capitã aposentada dos Bombeiros é suspeita de agredir dentista


Uma capitã da reserva do Corpo de Bombeiros foi flagrada puxando o cabelo e empurrando uma dentista, moradora de um condomínio em Fradinhos, Vitória, na madrugada desta sexta-feira (27).

A confusão aconteceu depois de a bombeira aposentada bater o carro em duas motos que pertencem à dentista e o marido dela, um comerciante. O casal foi alertado por vizinhos e desceu para a garagem.

Reprodução/Arquivo Pessoal

No local, de acordo com o comerciante, que não quis se identificar, o casal tentou conversar com a aposentada, que parecia estar alterada.

De acordo com ele, a bombeira tentou ir embora do local, mas foi impedida por vizinhos. Foi neste momento que a confusão começou.

“Ela tentou entrar no carro para sair do local, foi aí que eu e os vizinhos tentamos apaziguar a situação, minha esposa tentou conversar com ela. A gente viu que ela não estava muito para conversa. Empurrou minha esposa, puxou o cabelo dela. Eu me vi na necessidade de entrar no carro dela e tirar a chave”, relatou.

Vizinhos e o próprio comerciante ligaram para a Polícia Militar, que compareceu ao local. A mulher também acionou o Corpo de Bombeiros e uma equipe foi ao condomínio.

Com a polícia no local, o comerciante entregou as chaves do carro da capitão da reserva dos Bombeiros aos policiais.

“Quando a equipe do Ciodes chegou, eu entreguei a chave para eles, e seguimos com o passo a passo que foram nos passando”, contou.

No local, policiais realizaram na aposentada o teste do bafômetro, que deu negativo. O comerciante e a esposa decidiram não representar contra ela por agressão e a mulher foi liberada no local.

O Corpo de Bombeiros foi procurado para informar sobre a presença de uma equipe no local após acionamento da mulher.

Por nota, a corporação informou que  código de ética da Corporação não abarca situações envolvendo militares da reserva, a não ser em casos previstos em lei, como crimes ou situações graves.

“No caso, como não se trata de crime militar, nem situação de crime, não há previsão legal de atuação da Corregedoria. As vítimas devem procurar seus direitos na Polícia Civil, ou Justiça”, informou.

*Com informações do repórter Caio Dias, da TV Vitória/Record



FONTE: Folha Vitória


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